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lunes, 29 de julio de 2024

Prompts y protección por la propiedad intelectual

Nueva publicaciónen la Revista Rede de Direito Digital, Intelectual & Sociedade (RRDDIS)  

Muy agradecida por la publicación. Felicito a todo el equipo por el gran trabajo. 


LINK a la Revista, que tiene muy interesantes artículos de varios profesores:

https://gedai.ufpr.br/16551-2/

https://gedai.ufpr.br/wp-content/uploads/2024/04/Revista-RRDDIS_vol-3-n-6_2023-1.pdf





Palabras del Prof. Marcos Wachowicz presentando este número de la Revista:


"RRDDIS Referência em Pesquisa Jurídica em Direitos Intelectuais e Tecnológica.

Revista RRDDIS: Três Anos de Excelência e Inovação na Pesquisa Científica

A Revista Rede de Direito Digital, Intelectual & Sociedade (RRDDIS) comemora seu terceiro ano de publicação, consolidando-se como uma ferramenta essencial para o registro e a difusão do pensamento jurídico e interdisciplinar. Focada na Sociedade Informacional, nas novas tecnologias e na propriedade intelectual, a RRDDIS cumpre sua missão de divulgar a pesquisa e a produção científica das comunidades brasileira e internacional, formando uma rede de pesquisadores e especialistas com objetivos em comum.

Este sucesso é partilhado com o Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial (GEDAI), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Paraná (PPGD-UFPR). Além disso, conta com o apoio do Instituto Observatório do Direito Autoral (IODA), uma associação científica sem fins lucrativos inserida na área do Direito da Propriedade Intelectual no Brasil, e o suporte internacional da Rede Iberoamericana de Propriedade Intelectual (RIAPI).

A partir deste fascículo, a RRDDIS passa a constar formalmente no rol de publicações da Biblioteca Digital de Periódicos da Universidade Federal do Paraná (BDP-UFPR), reforçando seu vínculo acadêmico com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e solidificando sua institucionalização. Paralelamente, a revista reafirma seu compromisso com a excelência, priorizando a exogenia e a internacionalização ao reunir artigos e trabalhos de instituições do Brasil e do exterior.

Artigos em Destaque

Direitos Autorais & Machine Learning: A Liberdade de Prospeção de Textos e Dados

O primeiro artigo desta edição, de Alexandre Libório Dias Pereira, discute a introdução de uma nova exceção no direito autoral para a prospeção de textos e dados com fins de investigação científica, aplicada a organismos de pesquisa e entidades culturais. O artigo analisa as implicações do novo regime de direitos autorais da União Europeia sobre a inovação em inteligência artificial, questionando se ele amplia ou restringe a liberdade de inovação neste campo.

Direito Autoral & Inteligência Artificial: Aplicação da Legislação Brasileira às Produções Artísticas, Científicas e Culturais Criadas por Ferramentas de Inteligência Artificial

Neste artigo, Maria Cristina Angelim Barboza, Renato Kim Barbosa e Isabella Cristina Pereira examinam como a legislação brasileira se aplica às obras artísticas, científicas e culturais geradas por sistemas de inteligência artificial. A discussão aborda os desafios legais e as implicações para a proteção dos direitos autorais, considerando o crescente uso de IA na criação de conteúdo e a necessidade de atualização das normas jurídicas para acompanhar as inovações tecnológicas.

Proteção Autoral das Obras de Design na União Europeia Após o Acórdão Cofemel

Maria Victória Rocha analisa as implicações do acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia no caso Cofemel para a proteção de obras de design. O estudo esclarece que, na UE, nem todas as obras de arte aplicada, desenhos, modelos ou obras de design podem receber proteção cumulativa pelo direito de autor, sendo necessário que sejam qualificadas como “obras”. O acórdão harmoniza o conceito de “obra” na União Europeia, estabelecendo a originalidade como critério fundamental para a proteção autoral.

Novas Fronteiras dos Direitos Intelectuais

Prompts de la Inteligencia Artificial Generativa y su posible protección por la Propiedad Intelectual

Beatriz Bugallo Montaño explora a possibilidade de proteção dos prompts utilizados em sistemas de Inteligência Artificial Generativa (IAG) pelo Direito de Propriedade Intelectual. Os prompts resultam em diversas criações, como obras literárias, visuais e audiovisuais. O estudo investiga se esses prompts podem ser protegidos como expressões literárias sob o Direito Autoral ou até mesmo como expressões marcárias, considerando sua originalidade e funcionalidade.

Inteligência Artificial e Diversidade: Vieses Algorítmicos, Soberania de Dados e Perspectivas para a Promoção e Proteção do Patrimônio Cultural Brasileiro

Maria Helena Japiassu Marinho de Macedo e Marcos Wachowicz examinam a interseção entre direitos culturais e inteligência artificial (IA) no Brasil, com ênfase na diversidade. O estudo apresenta elementos conceituais da IA, contextualiza seu uso no Brasil e identifica os direitos culturais protegidos pela Constituição Federal brasileira.

Neuroderechos en Chile, entendido como el derecho a seguir siendo humanos

Marcelo E. Huerta Miranda e Alejandro Castaño Bedoya oferecem uma revisão crítica sobre a introdução dos neurodireitos na reforma da Constituição chilena. A pesquisa argumenta que a conceptualização desses direitos deve considerar a lógica normativa dos novos direitos humanos de terceira geração, surgidos com a evolução das tecnologias e suas implicações na preservação da essência humana.

Falhas da Regulamentação da Inteligência Artificial no Combate à Discriminação Algorítmica Realizada pelo Reconhecimento Facial

Amanda Louise Negri e Luís Alexandre Carta Winter examinam as limitações da regulamentação da tecnologia de reconhecimento facial na prevenção da discriminação algorítmica. A pesquisa destaca que, apesar dos esforços regulatórios na Europa e das iniciativas de regulamentação da IA no Brasil, a tecnologia ainda exibe vieses demográficos significativos.

Estudos de Caso, Jurisprudência e Legislação

Gestión Colectiva del Derecho de Autor y los Derechos Conexos: Mejores Prácticas para Supervisar la Gestión Colectiva

Vanisa Santiago examina as melhores práticas para a supervisão da gestão coletiva de direitos autorais e direitos conexos. O estudo enfoca a importância de garantir a transparência e a eficiência na administração dos direitos por organizações coletivas, abordando a necessidade de uma supervisão eficaz para proteger os interesses dos titulares de direitos.

Jurisprudência Europeia – Anotações sobre a Competência dos Tribunais em Casos de Violação de Marca Online por Publicidade em Buscadores: Decisão do Tribunal de Justiça no Caso C-104/22

Rodrigo Otávio Cruz e Silva analisa a sentença do Tribunal de Justiça da União Europeia proferida em 27 de abril de 2023. O estudo discute a interpretação do Regulamento (UE) 2017/1001 sobre a marca da União Europeia à luz do caso C-104/22, originado de uma petição de decisão prejudicial do Tribunal de Comércio da Finlândia.

Resenhas e Outros Estudos

A quarta parte da RRDDIS, intitulada “Resenhas e Outros Estudos”, apresenta uma seleção criteriosa de análises críticas e discussões aprofundadas sobre obras recentes e temas emergentes no campo do direito digital, propriedade intelectual e sociedade informacional.

Direito Autoral e Inteligência Artificial: Autoria e Titularidade nos Produtos da IA

A obra de Luca Schirru, resenhada por Luciana Reusing, aborda de maneira inovadora a interseção entre o direito autoral e as tecnologias de inteligência artificial (IA). A publicação destaca a necessidade de uma abordagem interdisciplinar para compreender a propriedade de maneira funcionalizada, ultrapassando os limites do texto legal e contextualizando-a na realidade social.

A profundidade e a pluralidade dos trabalhos aqui publicados, selecionados com rigor, reafirmam o compromisso da RRDDIS em atuar com excelência no campo da pesquisa científica interdisciplinar. Nosso objetivo é perpetuar e enriquecer o debate, ampliando o interesse da academia e da sociedade nas temáticas da Sociedade Informacional, das novas tecnologias e da propriedade intelectual. A RRDDIS busca ser um ponto de convergência para pesquisadores, profissionais e estudantes, incentivando a produção de conhecimento inovador e relevante. Com a publicação destes estudos, esperamos promover um diálogo contínuo e construtivo, que contribua para o avanço científico e para a compreensão dos desafios e oportunidades apresentados pela era digital. A todos e todas, desejamos uma leitura proveitosa e inspiradora.

Marcos Wachowicz"


sábado, 4 de mayo de 2024

Prompt engineering: una técnica de creciente aplicación




1 Introducción

La expansión de las aplicaciones de la Inteligencia Artificial, en adelante IA, renovó el uso de la expresión prompt, porque los comandos para obtener un resultado de estas aplicaciones maravillosas son determinantes para nuestros objetivos.

Entre las novedades que provocan estos avances está el análisis de cómo ser más eficientes a tales efectos, lo cual – como respecto de cada actividad de nuestra vida – implica la valoración de posibles implicancias legales.



2 Definición del prompt engineering

El prompt engineering es un término utilizado para describir la práctica de diseñar y desarrollar preguntas o estímulos que se utilizan en sistemas de inteligencia artificial conversacional para guiar o influenciar su respuesta. Se refiere a los términos de la interacción entre un usuario y un sistema de chatbot o asistente virtual con el objetivo de obtener cierto tipo de respuesta o comportamiento deseado. Esto implica la creación de comandos específicos, palabras clave o instrucciones para dirigir la conversación y obtener la información o el resultado deseado.

A través del prompt engineering, se busca optimizar la capacidad de los sistemas de inteligencia artificial para brindar respuestas precisas y relevantes en diferentes contextos.

Ello puede tener implicancias legales, ya que las respuestas proporcionadas por los sistemas de inteligencia artificial pueden influir en la toma de decisiones de los usuarios y tener consecuencias jurídicas. Por lo tanto, es fundamental tener en cuenta las consideraciones éticas y legales al diseñar y utilizar el prompt engineering.

3 Ventajas de desarrollar el prompt engineering

El desarrollo del prompt engineering puede proporcionar numerosas ventajas en diferentes ámbitos. Mencionaremos algunos.

En el ámbito laboral, permite mejorar la eficiencia y precisión de los trabajadores al brindarles instrucciones claras y específicas en su desempeño diario. Además, ayuda a reducir el tiempo de entrenamiento necesario para que los nuevos empleados se familiaricen con los procesos y procedimientos de la organización.

En el ámbito educativo, el prompt engineering puede facilitar el aprendizaje al proporcionar guías paso a paso que ayuden a los estudiantes a comprender y completar tareas de manera más efectiva.

En general, el prompt engineering promueve la eficacia, la precisión y la simplificación de las tareas, mejorando la experiencia tanto de empleados como de usuarios finales.

El uso de un prompt adecuado en un sistema de registros médicos electrónicos puede llevar a una mejora significativa en la precisión y completitud de la documentación clínica. Asimismo, en caso de uso de prompts bien diseñados en sistemas de atención al cliente pueden ayudar a los agentes de servicio al cliente a proporcionar respuestas más precisas y eficientes a las consultas de los clientes.

4 Implicancias legales del prompt engineering

El prompt engineering plantea diversas implicancias legales que deben ser consideradas. Mencionaremos como tres de las principales: protección de datos, consentimiento informado y responsabilidad legal de las empresas.

En primer lugar, se debe tener en cuenta la protección de datos personales. Este enfoque de ingeniería tiene como objetivo recopilar información personal de los usuarios y utilizarla para crear experiencias interactivas. Sin embargo, es fundamental garantizar que se respeten los derechos y la privacidad de las personas cuyos datos son recopilados. Para ello, es necesario cumplir con las regulaciones y leyes de protección de datos vigentes en cada país.

En segundo lugar, es necesario obtener el consentimiento informado de los usuarios antes de recopilar y utilizar sus datos personales. Esto implica que se debe brindar una explicación clara y comprensible sobre cómo se utilizarán los datos recopilados y con qué fines. Además, es imprescindible proteger la privacidad de los datos, adoptando medidas de seguridad adecuadas para prevenir el acceso no autorizado o la divulgación indebida de la información.

Finalmente, se debe tener presente la responsabilidad legal del prompt engineering. Si los prompts generan consecuencias negativas para los usuarios, las empresas pueden ser consideradas responsables y enfrentar demandas legales. Las organizaciones son responsables de asegurarse de que los datos recopilados se utilicen de acuerdo con los propósitos establecidos y no se compartan o vendan a terceros sin el consentimiento adecuado. En caso de incumplimiento de estas obligaciones legales, las organizaciones pueden enfrentar no solamente sanciones legales y daños a su reputación.

Es fundamental que las empresas realicen una evaluación exhaustiva de los riesgos legales asociados al prompt engineering y tomen las medidas necesarias para mitigarlos.

5 En definitiva

Cada uno de nosotros, a puro ensayo y error, va desarrollando las destrezas para obtener el mejor resultado de las aplicaciones de la IA a las cuales hoy accedemos online.

El denominado prompt engineering, como técnica específica de su formulación, nos da herramientas para mejorar la experiencia y hacerla más eficaz. Hoy hay cursos, incluso, de mayor o menor profundidad, para enseñar esta técnica. 

Como todo lo que hacemos, el manejo de información - especialmente datos ajenos – así como la utilización de intangibles de terceros puede colocarnos en posiciones cuestionables frente a norma legales aplicables. También el manejo ético y sustentable de este recurso tiene hoy incidencia en la posibilidad de desarrollo.

Cuidemos estos aspectos para no comprometer todo lo ventajoso que podemos obtener de este mundo de avances tecnológicos.


LINKs para profundizar el tema:

https://www.promptingguide.ai/es

https://blog.hubspot.es/website/prompt-engineering

https://platform.openai.com/docs/guides/prompt-engineering

https://keepcoding.io/blog/que-hace-un-prompt-engineer/

https://www.ibm.com/topics/prompt-engineering



Imagen:

English: The March of Intellect

Satirical Print 1828 (published) ARTIST/MAKER: Heath, Henry (artist) PLACE OF ORIGIN London (published)

A caricature of a dustman shown seated in his front room, holding an eyeglass, smoking a cigar, and reading a book.

https://collections.vam.ac.uk/item/O736496/the-march-of-intellect-satirical-print-heath-henry/